segunda-feira, 7 de maio de 2012

A Efervescência do Teatro Brasileiro

























O ator e diretor analisa a efervescência do teatro brasileiro no começo da carreira e fala sobre sua experiência no palco

Com mais de 40 anos de carreira, Antônio Petrin coleciona papéis marcantes na televisão, com destaque para Pantanal, Malu Mulher, Éramos Seis e Chiquinha Gonzaga, e no cinema, tendo atuado em filmes de Tata Amaral, Hector Babenco e João Batista de Andrade. Porém, é nos palcos do teatro que Petrin se formou e que se sente mais livre para explorar as possibilidades da interpretação. 

Formado pela Escola de Arte Dramática (EAD), recebeu o Prêmio Apetesp de melhor ator de 1983 por seu desempenho no espetáculo Ganhar ou Ganhar, de Donald L. Coburn, com direção de Celso Nunes. Petrin esteve em cartaz até o mês passado com a peça Palácio do Fim, dirigida por José Wilker, no Sesc Consolação. 

Em entrevista à Revista E, ele fala sobre seu método de interpretação e sobre as mudanças do teatro brasileiro na década de 1960. “O público ia em massa ver teatro político. Nós servíamos de porta voz daquele público contra as condições que existiam”, afirma. “O teatro político era forte, nós tínhamos grandes autores, o Augusto Boal era um grande encenador, o Arena Conta foi histórico, Arena Conta Tiradentes, Zumbi. E os atores, Paulo José, Lima Duarte, Milton Gonçalves, pessoas que fizeram a história do teatro brasileiro.” 

Fonte: Entrevista na íntegra - http://www.sescsp.org.br

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