segunda-feira, 2 de abril de 2012

Destaques da produção




Impulsionados pela revolução digital e pelas leis de incentivo, documentaristas exploram vertentes inventivas do gênero

O documentário brasileiro está em boa fase. De 1995 a 2011, o número de títulos lançados passou de três para 40 por ano e o público do gênero que era de aproximadamente 20 mil espectadores em 1995 chegou a 270 mil em 2011, segundo dados da Agência Nacional do Cinema (Ancine). A tecnologia foi um dos principais fatores para o aumento da produção. As câmeras digitais baratearam a realização e a distribuição, já que o transporte de uma cópia digital é muito mais simples do que o de uma cópia em película. 

“Hoje com um celular e um laptop você consegue fazer um documentário que pode ser exibido no cinema. O barateamento das condições de produção foi importantíssimo para o desenvolvimento do documentário”, diz a documentarista, professora da Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e coautora de Filmar o Real: sobre o Documentário Brasileiro Contemporâneo (Zahar, 2008), Consuelo Lins.  
Com o aumento da produção, impulsionado também pela criação das leis de incentivo da década de 1990, a Lei de Audiovisual e a Lei Rouanet, o circuito tornou-se mais amplo e atraiu o interesse de cineastas e de profissionais de outras áreas. 

Fonte: Leia o texto na íntegra no link - http://www.sescsp.org.br

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